quarta-feira, 15 de julho de 2009

Dexter



He's back!

(To RTP2 - "Quem vê, quer ver" and I shure do!)

Dexter tem um genérico vibrante; soa a ilha tropical.

Dexter tem uma história que alia o que de melhor tem o CSI com um lado negro intimamente ligado aos mais profundos e obscuros instintos do ser humano enquanto animal e acrescenta-lhes a racionalidade.

Dexter não mata para sobreviver: mata porque gosta. Tem no homicídio uma necessidade fisiológica que controla e canaliza para a imposição de uma justiça que aos olhos do espectador acaba por fazer todo o sentido.
Dexter tem humor. Negro-claro; mas não só.

Dexter é inteligente e calculista. Tal qual agente secreto. É um James Bond mais realista e em férias permanentes.

Dexter é um super-heroi, com uma genial identidade secreta, guarda em si uma arma letal: os seus próprios instintos.

Dexter nunca poderia ser considerado um monstro: faz um uso da razão e dos valores humanos
que - sendo desprovido de sentimentos, salvo circunstâncias excepcionais- o tornam muito humano.