quarta-feira, 29 de junho de 2011














P.S: quando é difícil lembrar, colamos post-its em redor.

P.p.s: Nu(m)a Rua.























P.S: já me estou a ver a levar um sermão, mas tinha de ser.

terça-feira, 28 de junho de 2011



P.S: roubado daqui. Porque era mais ou menos isto que te dizia no outro dia.
Sim, o Futuro ligou. Meti-o em espera (vale-lhe o meu bom gosto para jazz de elevador).












Não tenho ainda resposta para lhe dar.

Frutos do pânico

(Só depois do pousio pode a erva crescer.
Há um mês era assim:)

Sei que o mundo acaba em Junho.
Passo o Inverno a queixar-me,
Mas sei que o mundo me acaba em Junho,
iniciando-se o processo de liquidação
para uma culminar extinção em Setembro. 

Entre Junho e Setembro, sim:
seremos rudes rudimentares
seres da caverna.
Passei a parábola a ir lá fora
sessões de acumpunctura de sol
shots of happyness to the veigns,
verde, feliz
arrastadora de grilhetas.

E tudo o que me vão querer
são as sombras.
As putas das formas das silhuetas das sombras.

Lamento,
sei pouco de muito
e não vi essa matéria.
Mas fome já eu tinha.
 
Dizem que a vida me começa em Setembro
mas eu sinto-a acabar.

domingo, 26 de junho de 2011



P.S: só me calham pandas. by Nana.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Is there sunlight on your bed?

Run, Forrest,...!

lusco-fusco

Continuo a ouvir a gaita-de-foles na Alameda da Universidade, enquanto não voltar a ouvir o saxofone na Rua do Carmo.

terça-feira, 21 de junho de 2011

domingo, 19 de junho de 2011

Campus das Maravilhas

subi a Alameda (a nossa alameda) a pensar no tempo e no lusco-fusco anunciado. livros no meio dos braços - my very own and deserved saturday night fever. o som vinha do meio das árvores, do outro lado do relvado - e eu sem óculos, que pelo menos uma vez por semana eles têm de ir à vida deles e eu não tenho nada com o assunto (ainda que lhes fizesse bem um telemóvel para que eu pudesse controlar a localização). pus os olhos em bico para tentar focar e tenho a certeza que, entre as árvores que antecedem o Tombo, um tipo tocava gaita de foles. mesmo à Escocesa: no rules, great scotch.

é claro que me lembrei do Heath e que já fez dois anos, mas isso é outro episódio.


P.S: muito antes de haver vampiros, muito antes da moda dos 80s chegar, muito antes da Fuga, e pouco depois de largar as fraldas, dançava eu, em cima do sofá.

P.p.s: não sei correr.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

O lado de fora

Eu não procuro nada em ti,
nem a mim próprio, é algo em ti
que procura algo em ti
no labirinto dos meus pensamentos.

Eu estou entre ti e ti,
a minha vida, os meus sentidos
(principalmente os meus sentidos)
toldam de sombras o teu rosto.

O meu rosto não reflecte a tua imagem,
o meu silêncio não te deixa falar,
o meu corpo não deixa que se juntem
as partes dispersas de ti em mim.

Eu sou talvez
aquele que procuras,
e as minhas dúvidas a tua voz
chamando do fundo do meu coração.


 
Manuel António Pina, Poesia, Saudade da Prosa.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Partners (also) in evil

É a J.C. que recorro para legitimar os meus pecados.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Aprender com os erros...


P.S: só se no ensino especial.




P.S: ... depois cresci.

sábado, 11 de junho de 2011

O Bichinho da Maçã

Não sei exactamente quando é que aprendi a ler...há desenhos da creche que documentam tentativas de escrita - maximé, aquele em que escrevo qualquer coisa sobre o palaço - e lembro-me de falar com a mãe sobre as letras, normalmente no comboio ou na cozinha e de fazer cópias dO Bichinho da Maçã, ainda antes de tentar perceber os balõezinhos nos Gibis da Mônica.

Vim mais tarde a descobrir quem era o Ziraldo, por causa de uns livros que a minha prima enviou do Brasil para o meu irmão mais novo, e foi facil identificar, mesmo nunca tendo prestado atenção ao nome (que interessa, quando somos crianças, senão a obra imediata?): aquele era o ilustrador dO Bichinho.

Só tinha e tenho um livro até hoje, mas de todos os que li da colecção, diria ser o melhor. O Bichinho apresenta-se e fala-nos da vida. Da dele e da nossa, daquilo que iria ser. É realismo para crianças.

P.S: a foto não é do meu exemplar, claro.

O Castelo da Eureeka

Ainda por causa do post abaixo, encontrei outro genérico importantíssimo (também ele me andava a queimar neurónios..):

Richard Scarry

Ninguém se lembrava do nome quando eu explicava, e há anos que andava a tentar lembrar-me daquele desenho animado que passava na RTP 2, o da minhoca que tinha um carro-maçã e um amigo-gato chamado Piruças... andei à procura no google com as related words mais estúpidas até que finalmente, e graças ao fb, me apercebi porque é que tinha, desde há coisa de 2 anos, guardada no telemóvel uma mensagem com o nome Richard Scarry.

Eu, com o meu fraquinho por ilustração, que tenho por livro infantil preferido "O Bichinho da Maçã", e que guardo em mensagens aquilo de que me quero lembrar mais tarde, ainda não tinha tido paciência/tempo/falta de preguiça para ir ver porque é que tinha guardado aquele nome.

Estupidez à parte,o desenho animado chama-se (surpresa das surpresas...) The Busy World of Richard Scarry. Era este, o genérico que eu tentava reconstruir mentalmente:

quinta-feira, 9 de junho de 2011

La vie en blog

Há dias em que me apetece acabar com isto.
Noutros, é o mais melhor de todos ;).

quarta-feira, 8 de junho de 2011

sound is the colour I know
sound is what keeps me looking for

(...) sound will bring me home again.

Beirut - East Harlem by Revolver USA
noites n"À" nora: Programação: "12 Noites na Nora 15 a 30 de Julho|2011 Serpa *de Terça a Domingo, abre às 21h45, inicio dos espectáculos às 22h30, excepto Domingos inicio ..."

Falta-me o sal
e o respirar

substituir nas mãos
o café plas laranjas

O sol
A desmontar paredes

O vento
A escrevinhar silêncios.

terça-feira, 7 de junho de 2011

sábado, 4 de junho de 2011

interrompi o raciocínio para sentir -











- nada. e o óbvio previsivel.
pequenos botões espreitam, arregalados por
detrás do vidro e das sobrancelhas arqueadas,
a vida. E as gigantes coxas naquele vestido
baixinho. O soldado vai para a guerra e há que apetrechá-lo
bem: mantimentos e armadilhas; lançam-se redes
por todos os lados. O peixe é que é miúdo e só
observado, enquanto esperneia sem ter pés, num movimento
automático, toque de anca. E sabemos que a noite cai assim,
entre cigarros e conversas de ouvido. À espera.
da caipirinha que nunca chegou.

(c/agradecimento à ST)

quarta-feira, 1 de junho de 2011



















P.S: minhas crianças.

Breaking habits.

Não gosto de escrever numa só folha sobre a mesa. A caneta não desliza tão bem, sentem-se as irregularidades da madeira, por baixo. Ainda que nunca utilize mais que uma, tiro várias folhas de exame, que uso depois nos testes de subturma.

Não sei muito bem o que fazer com as que trouxe ontem...