sábado, 29 de janeiro de 2011

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Em Repeat

Concentre-se no seu curso. Terá muito tempo depois de o acabar.
 Dr. N.A.

P.S: History repeats it self. Every six months.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

A gravação impunha-se. Ouvir até ao soberbo fim, sff.


Cheese filho da mão from Miles on Vimeo.

P.S: lá atrás encostada à porta. Daí a necessidade de melhorar Fiscal.
a cantar para chamar o Verão, chamada para o coração

Cem Lições - Ciclo de palestras









No âmbito das comemorações do Centenário da Universidade de Lisboa.
A publicidade é um bocado enganosa e fala em António Lobo Antunes, não constando este do programa que, no entanto, é muito bom.

Apresentação na Faculdade de Letras

Tenho esta teoria de que toda a Biblioteca Municipal de Cascais (Casa da Horta da Quinta de Sta Clara) é os restos da biblioteca pessoal do Prof. Marcelo e há pelo menos dois factos que sustentam a minha posição:
1 - Com tanta caixa à espera na Galileu, de certeza que não tem espaço para ter tudo em casa;
2 - Os livros que compõem a secção jurídica da BMC- CHQSC são bem capazes de ser do tempo em que o Prof. era aluno.

No entanto, crescem-lhe cogumelos (elemento necessário de qualquer biblioteca, sob pena de descaracterização):

No Verão passado andava à procura de "não sei bem o quê, depende do que práqui houver" na secção (nome pomposo para aquela prateleira) de BD da Biblioteca Municipal de Cascais e tropecei no Arquipélagos, adaptação de Aquele Que Dá A Vida ( Os Passos Em Volta) e de Uma Ilha em Skeches (Photomaton & Vox), de Herberto Helder por Diniz Conefrey.


Não vou dizer nada de interessante sobre o assunto porque já se diz tudo aquiaqui, mas posso partilhar uma conclusão:
1. - Isto é brutal.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

O Imposto de Sê-lo.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

domingo, 23 de janeiro de 2011

Everything Under The Sun

Island feeling


i could never ask for nothing better than this
it's just tequilla and the beach
it's quite salty when we kiss
Dirtyheads

não sei se é falta de vitamina D
ou se são as palmeiras
que nos crescem à volta
dos passeios que damos
quando as pedras da calçada se desfazem
e lhes pintas os grãos de amarelo
e o cinzento que me cobre,
livro para colorir
na paz
do cheiro a bronzeador.

há uma ilha que é nossa,
um ukelele teu,
e a rede entre as àrvores,
flowers
in her eyes.
toalha na praia
e um coqueiro à mão,
em Janeiro,
enquanto a chuva não pára
e tivermos dentes para mostrar.

Qual é a diferença?
Aqui o céu desce mais baixo
e as árvores sobem mais alto.

sábado, 22 de janeiro de 2011



When I grow up, I want to live near the sea
Crab claws and bottles of rum
That’s what i’ll have staring at the seashell

Karin Elisabeth Dreijer Andersson


















Contrary to a statement from the film's director, Andersson will not be making a cameo in the 2011 film Red Riding Hood. However, the soundtrack will feature an exclusive track which Andersson co-wrote with her band.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Cap ou pas cap?

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

sábado, 15 de janeiro de 2011

Planos para o Verão (ii)

Algures depois dos escritos deste semestre, de noite, Alameda da Universidade a baixo. Cerimónia oficial de estreia dos novos.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Poesia Incompleta: outras palavritas

Poesia Incompleta: outras palavritas: "Circula pelas caixas de correio electrónico um gentilíssimo texto sobre esta livraria. Não conheço a pessoa que o escreveu e de modo nenhum..."
In The Waiting Line



To be finished.

To be started.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Top 3 Sexiest Songs Ever:

 - Make It Wit Chu - Queens of the Stone Age
 - Enquanto Troveja - Tv Rural
- Never There - Cake

P.S: qualquer outra que, merecendo, aqui não tenha mencionado, pertencerá a Morphine, most probably.

P.p.s: I suck at topping.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

A marcha que o sol faz nas minhas costas


Encontra mais artistas como Walter Benjamin em Música do Myspace

III.
Quando os olhos se abrem
O corpo pede explicações
Não tendo porque se levantar
Acorda para o quase-amanhã.
-->
I.
Ela veste
mais para se proteger
que para enfeitar
o dorso
fecha-o em seu redor,
escudo protector
da memória
dos lençóis
contra a pele,
cabelo
contra a almofada.

Solta os músculos
placas tectónicas
relaxar do tempo
das têmporas.

Mundo seu
cama de solteiro
paredes de secundário

E o silêncio de um dia fora para adormecer,
Agora luz de dia na rua por desaparecer.


Encontra mais artistas como Filho da Mãe em Música do Myspace

sábado, 8 de janeiro de 2011

Amén.

Os pais deviam tratar todos os filhos como tratam os filhos mais novos. Era tudo mais fácil, tanto para os pais como para os filhos. Com os filhos mais novos não há ansiedade, há apenas mimo. Com eles não se perde tempo a educar, a ensinar, a zangar, a habituar a comer sopa e legumes e a todas essas coisas pedagógicas que achamos fundamental fazer com os mais velhos. Nada disso. Os filhos mais novos existem para nos fazer perder tempo e não para serem educados. Se eles fossem férias, eram as férias de Verão: sol, praia e caipirinhas. Eles existem para os pais se derreterem e para se divertirem. Os outros filhos não. Os outros são um caso sério. Seríssimo. É preciso prepará-los para a vida: precisam de disciplina, de ter modos à mesa, de criar hábitos de trabalho, de aprender a andar de bicicleta com três anos (como vem indicado nas instruções da bicicleta) e, já agora, de aprender a ler com cinco anos e a distinguir as cores com dois. Já o mais novo não tem de passar por isso. Chegou ao mundo ensinado e se não sabe, se não nasceu ensinado, também não faz mal: tem tanta graça, o espertalhão - "sabe-a toda..." Com os mais novos, nós sabemos exactamente quais os brinquedos indicados, qual o valor relativo da tosse de cão, que não tem mal nenhum não comerem tudo até ao fim, que a esmagadora maioria das crianças acaba por aprender a falar e a andar e que os dentes acabarão por nascer, mais cedo ou mais tarde. Com os filhos mais novos os pais percebem, finalmente, que no fundo o que interessa é que eles passem um bom tempo na nossa companhia. E vice-versa. Tudo o resto é conversa. Fiada. 


sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

I've got palm trees on my mind.




P.S: And they're not even trees.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

formiga 
no meio do mapa - una os pontos.


Sábado?

Perder Deus e ganhar hectares,
direitos potestativos susceptíveis
de exercício sem escopo material.
Decisão arbitral de pedido alternativo:
bazamos ou ficamos
por aqui,
por isto,
plo nós que não existe,
por mim.

Ter por equidade o prazer de cheirar
a noite a descer sobre a fachada da Alameda,
de sentir nas pernas agulhas de areia
e na cara o mar de um Guincho de felicidade,
grãos que colecciono em caixas,
moral da história de cada episódio.
E eu saco a temporada inteira.

Procurar nos outros wax off de uma existência
que por vezes me descobre na interacção.
Afogar-me em mim, puxar as cordas
em suspensão, bóias de salvação.
E puxar.
Puxar até restar um só segmento,
decisão.
E todos os dias se perdem e ganham
e agarro,
mim, Tarzan
com metade dos recursos.

Eles vêm, eles comem, eles vão. É a nossa sorte na vida.
Não é sorte, mas é a nossa vida.
Rezam os insones. Já ninguém lhes conta histórias.

Insónia

Poems for the portuguese

 (O convite era simples:)


Quarta-feira, 5 de Janeiro, às 18.30h

Para assinalar o lançamento online do site ‘POEMS FROM THE PORTUGUESE, 21st century poetry’ (www.poemsfromtheportuguese.org), iniciativa do Centro Nacional de Cultura realizada por Ana Hudson, uma sessão de leitura de poesia (em português e inglês) e música de entrada livre.

Centro Nacional de Cultura - Galeria Fernando Pessoa
Largo do Picadeiro, nº 10 (porta ao lado do Café No Chiado).

P.S: Grande apresentação, hoje.  Parabéns Diogo e David :)