Perdidos em Combate :
CRP, Almedina
Comprada no 12º ano para Ciência Política (optativa, 18).
Desapareceu algures depois do exame de DIPúblico, 1º Semestre, 2º Ano.
Código de Processo Civil, Almedina
Comprado algures no 3º ano;
Desapareceu algures no final do 4º.
Veterano :
Código Civil, Almedina, 2007, O Bravo, indestrutível e desactualizado.
Talvez, um dia, eventualmente, compre outro.
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
domingo, 27 de novembro de 2011
E se eu morresse, durante a noite, com um ataque de pânico/anseadade, que por sua vez me provocaa um cardíaco?
Assim muito resumidamente:
Abria-se a sucessão, era chamada a minha mãe como sucessível legitimária prioritária, a quem caberia 1/2 da minha herança (pobrezinha). Na ausência de Pacto Sucessório/Convenção Antenupcial (que deus me livre e guarde), e de Testamento (se eu o fizesse aqui e agora...não era público que chegue?), o resto ia para a mãe, à mesma...que não ficava com grande coisa (Ah, mas perai...o fim do mês está a chegar..! Menos mal.).
Vêm, como é simples? Para que é que complicam?
Assim muito resumidamente:
Abria-se a sucessão, era chamada a minha mãe como sucessível legitimária prioritária, a quem caberia 1/2 da minha herança (pobrezinha). Na ausência de Pacto Sucessório/Convenção Antenupcial (que deus me livre e guarde), e de Testamento (se eu o fizesse aqui e agora...não era público que chegue?), o resto ia para a mãe, à mesma...que não ficava com grande coisa (Ah, mas perai...o fim do mês está a chegar..! Menos mal.).
Vêm, como é simples? Para que é que complicam?
sábado, 26 de novembro de 2011
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Thanksgiving
Isto seria eu se tivesse tido de vir, desde minha casa, a pé para o escritório. Serve este post para dar graças pelos amigos que, com um telefonema meu e em cima da hora, não só me oferecem o tecto, como um bilhete para Maus e uma noite de partir o côco.
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quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Feliz não-aniversário
Dizia-me doente porque contava o tempo.
Provavelmente fazia-lhe notar
velocidade e distância.
Nunca mais medi
com o tempo.
Só não consigo deixar de o assinalar.
Provavelmente fazia-lhe notar
velocidade e distância.
Nunca mais medi
com o tempo.
Só não consigo deixar de o assinalar.
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
ter o escritório para mim, ou fazer companhia ao Tiago e obrigá-lo a comer, que se não como, não penso.
e, por esta hora, todo outro tipo de letra cansa.
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sábado, 12 de novembro de 2011
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
.
A minha mãe sempre me ensinou que as pessoas-de-qualquer-forma-famosas também têm direito a ter vida privada, a ir ao supermercado descansadas e que não se deve abordá-las a não ser que estejam em trabalho, por este implicar, per se, exposição ao público. Na faculdade, as coisas tornaram-se mais rigorosas com a Teoria das Esferas e uma melhoria sobre o Direito à Imagem na Common Law. Ora, apesar de habituada desde criança, isto coloca alguns “problemas” a quem tem por heróis pessoas comuns que, portanto, não se expõem ao público assim, com facilidade ou frequência, e, simultâneamente, acha que os heróis são mais heróis se o forem em várias dimensões da vida - enão só na profissional.
Daí que ache mágico quando, somehow, são eles que vêm ter comigo e me deixam conhecer um bocadinho mais do que aquilo a que temos acesso.
É uma espécie de sempre dependi da bondade de estranhos.
Ontem, por exemplo, reparei logo quando entrei no Metro. Não reconheci, obviamente. Foi a figura em si que chamou à atenção e, à medida que as pessoas saiam nas estações e nos deixávamos para o fim, comecei a perguntar-me se também iria para o Festival. À saída, dirigia-me para o mapa do Metro - como pessoa que não vai ao Festival Internacional de Banda Desenhada da Amadora desde que entrou para a faculdade e, por isso, gasta papel a imprimir mapas do Google de que se esquece em casa – quando me perguntou aquilo que também eu procurava.
Consulta de mapa, pergunta ao Segurança, e lá fomos, num inicial vim hoje porque dão dilúvio para amanhã, nunca tinha vindo senão de carro e disseram-me que são só dez minutos a pé, e coisas que tais.
Os dez minutos não eram dez minutos, e disso o Google avisou-me. A conversa prolongar-se-ia, mas houve a altura em que entrou em profissões:
- mas é da área? Se trabalha em BD, digo.
- Fui o homenageado este ano.
Daí que ache mágico quando, somehow, são eles que vêm ter comigo e me deixam conhecer um bocadinho mais do que aquilo a que temos acesso.
É uma espécie de sempre dependi da bondade de estranhos.
Ontem, por exemplo, reparei logo quando entrei no Metro. Não reconheci, obviamente. Foi a figura em si que chamou à atenção e, à medida que as pessoas saiam nas estações e nos deixávamos para o fim, comecei a perguntar-me se também iria para o Festival. À saída, dirigia-me para o mapa do Metro - como pessoa que não vai ao Festival Internacional de Banda Desenhada da Amadora desde que entrou para a faculdade e, por isso, gasta papel a imprimir mapas do Google de que se esquece em casa – quando me perguntou aquilo que também eu procurava.
Consulta de mapa, pergunta ao Segurança, e lá fomos, num inicial vim hoje porque dão dilúvio para amanhã, nunca tinha vindo senão de carro e disseram-me que são só dez minutos a pé, e coisas que tais.
Os dez minutos não eram dez minutos, e disso o Google avisou-me. A conversa prolongar-se-ia, mas houve a altura em que entrou em profissões:
- mas é da área? Se trabalha em BD, digo.
- Fui o homenageado este ano.
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