quarta-feira, 23 de setembro de 2009

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

That's what I call a concert!


Poderoso.


É o adjectivo que melhor qualifica o concerto de Mundo Cão a que assisti no passado Sábado.
O impacto de Morfina ainda se manifesta nos teenagers mais novos (aqueles que apanharam com a moda do punk/emo, que sucedeu a do reggae/roots), mas a fórmula já me andava a cansar, confesso. Daí que me tenha surpreendido pela positiva o feeling com que assisti ao concerto.

Há toda uma encenação que convence. Começa no casaco de Pedro Laginha, passa pela pose deste e acaba no jogo de luzes.

A voz séria e penetrante de Laginha acompanha um instrumental irrepreensível, elementos fundamentais para a atmosfera sorumbática que os Mundo Cão criam e que conquista pelo ritmo de que dotam letras de Valter Hugo-Mãe e Adolfo Luxúria Caníbal, ícones incontornáveis da cultura nacional contemporânea (e que muito admiro por contrariarem o estereótipo do jurista).
P.S: Isto nas festas do Sardoal, ao pé de Abrantes. A noite seguiu com mais 2 ou 3 festas pelo centro da vila, numa das quais se podia assistir ao concerto de Flaming Bus, seguido do de Sexy Sundays. Este último, bastante emotivo. A festa, essa, só acabou às 9h.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

O Fantasma de há 3 Natais Passados


Prólogo

Não gosto de falar de política, i.e., tal como a religião e afins, são temas de conversa que se transformam geralmente em discussões cansativas, pelo peso da subjectividade inerente a tal troca de ideias e, mostly, pela aparente incapacidade da maioria dos seres humanos de a aceitar sem menosprezos/arrogâncias.

Na minha faculdade (e não só, mas talvez pelo espicaçar constante do sentido crítico), toda a gente tem uma palavra a dizer sobre tudo, principalmente, sobre política (mas também sobre o vizinho do lado). Eu inclusive.
No entanto, duvido que alguém se recorde do facto de sermos todos humanos e, consequentemente, dotados de racionalidade não livre de vícios/condicionantes, pelo que o fazem não como mera exteriorização de efeitos catarquicos ou comunicativos escolhendo com alguma cautela o interluctor, mas na tentativa de impor através de uma auctoritas imaginária as suas considerações.

Há igualmente uma tendência para reduzir a vida e todas as vias de afirmação nela à política.
Nesta, já não me incluo.
A política faz parte da minha vida, é certo, mas é apenas uma das várias àreas. Daí que me mantenha a par, preocupe e, por vezes, participe até nalgumas actividades.

Eu penso assim: a política trata de assuntos que nos dizem respeito e que, directa ou indirectamente nos afectam. Ora, eu detesto que tomem decisões por mim e, já que não consigo decidir sózinha os assuntos de uma nação (nem ousaria ambiciar tal responsabilidade) de modo a assegurar a protecção dos meus interesses, acredito que deva ir tão longe quanto me seja permitido para que aquilo que penso acerca dos ditos assuntos seja tomado em conta.
Acaba por ser uma forma de aliviar a minha consciência. I did my share. Ainda que esta se tenha limitado a dois riscos intersectados dentro de um quadradinho.

Tudo isto para dizer que não reduzo a minha vida a esta parcela da mesma.
Não interessa nomear e hierarquizar aqui as restantes, mas sim qualificá-las como formas de expressão humana.
Assim, por exemplo, um pintor, um professor, um padre, um músico têm, a meu ver tantas hipóteses de serem bons naquilo que fazem, fazerem o seu bocadinho pelo mundo e marcarem vidas (a maneira mais eficaz de deixar claro que se viveu) como tem alguém que enverede pela vida política.
E são formas de realização pessoal igualmente válidas.

Seria redutor dizer que a única forma de afirmar uma existência se resumia a uma só área da vida - que felizmente é tão complexa.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Em repeat durante o último mês: Boxer



Stay out super late tonight
picking apples, making pies
put a little something in our lemonade and take it with us
we’re half-awake in a fake empire
we’re half-awake in a fake empire

Tiptoe through our shiny city
with our diamond slippers on
do our gay ballet on ice
bluebirds on our shoulders
we’re half-awake in a fake empire
we’re half-awake in a fake empire

Turn the light out say goodnight
no thinking for a little while
lets not try to figure out everything at once
It’s hard to keep track of you falling through the sky
we’re half-awake in a fake empire
we’re half-awake in a fake empire

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

The Ugly Truth II

"Sexes will never understand each other.
Only because they take such pains to decieve each other."

in "A Good Woman" filme de Mike Barker
baseado na peça de Oscar Wilde
O Leque de Lady Windermere

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

O ídolo do mês: Filipe Melo

Já tinha visto o I'll See You In My Dreams e gostei bastante, mas esta semana no 5 para a meia noite fiquei a saber mais sobre o realizador - o Filipe Melo do título - e deslumbrada com a respectiva versatilidade e sentido de humor ao ponto de não mudar de canal apesar de o convidado seguinte ser o Alexandrino (colocando, portanto, em risco a minha sanidade mental).

Resolvi pesquisar (http://www.filipemelo.net/) e não há dúvida que entra para a minha lista de Herois pela qualidade com que se distingue em tantas àreas.

E, claro, também pelo seu ar negligé e simultâneamente amoroso (can't help it - um Herói é um todo) bem como pelo http://senhordoadeus.blogs.sapo.pt/.





sexta-feira, 4 de setembro de 2009

5 para a Meia-Noite

A Maia está preocupada com o facto de se apertar o controlo a quem conduz sob o efeito de alcool, uma vez que tal é prejudicial ao negócio dos empresários da noite.

O que é a segurança dos outros quando o lucro do Manta ou do Budha diminui?

That's right, Padrinho!

- Portanto, tu tens um blog onde não escreves e onde tudo o que lá metes são mensagens subliminares, que so tu percebes e que, por isso, não faz sentido poder ser visto por toda a gente, pelo que vais alterar as opções de privacidade?

P.S: nunca cheguei a fazê-lo.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

The Ugly Truth


Girls should read Philip Roth.
Boys should read Stephenie Meyer.

It all would be solved.