sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
Concerto do Ano
...foi o de Bernardo Sassetti no Auditório da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa.
Sounds stupid, I know. A seguir, foi o de Yo La Tengo na Aula Magna.
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
domingo, 26 de dezembro de 2010
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
sábado, 18 de dezembro de 2010
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
This Be The Verse
They fuck you up, your mum and dad.
They may not mean to, but they do.
They fill you with the faults they had
And add some extra, just for you.
But they were fucked up in their turn
By fools in old-style hats and coats,
Who half the time were soppy-stern
And half at one another's throats.
Man hands on misery to man.
It deepens like a coastal shelf.
Get out as early as you can,
And don't have any kids yourself.
They may not mean to, but they do.
They fill you with the faults they had
And add some extra, just for you.
But they were fucked up in their turn
By fools in old-style hats and coats,
Who half the time were soppy-stern
And half at one another's throats.
Man hands on misery to man.
It deepens like a coastal shelf.
Get out as early as you can,
And don't have any kids yourself.
Philip Larkin
P.S: Thanks David. Amen.
domingo, 12 de dezembro de 2010
sábado, 11 de dezembro de 2010
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
A publicação na Internet é hoje comparável ao que, noutro tempo, foram as revistas de primícias literárias, ou consolidadas aventuras. Se, de facto, mais tarde houver quem olhe para trás, em busca destes passos que damos, poderá historiar-se esta liberdade que dá azo pleno ao caos da incipiência, mas que alberga, por vezes, uma flâmula que não se consome nas cinzas em que arde.
N'O Melhor Amigo
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
o amor capitalista
desejo-te: quero consumir-te.
amo-te: consumo-te.
já não te amo: penso já ter consumido tudo o que há em ti.
vacilo: talvez ainda sejas consumível.
afinal amo-te: aproveito o que te sobra, o que não cheguei a consumir.
amo-te: consumo-te.
já não te amo: penso já ter consumido tudo o que há em ti.
vacilo: talvez ainda sejas consumível.
afinal amo-te: aproveito o que te sobra, o que não cheguei a consumir.
Catarina (da Trama)
domingo, 5 de dezembro de 2010
Do Estilo
Escreve a Catarina da Trama: http://atrama.blogspot.com/2010/12/e-agora-meus-senhores-para-verem-que.html.
(já agora, cfr. os 3 posts anteriores que também valem muito a pena).
(já agora, cfr. os 3 posts anteriores que também valem muito a pena).
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Only people of a certain disposition
are frightened of being alone
for the rest of their lives at the age of 26,
and we were of that disposition.
Rob Gordon
Foi-se um ano, um ciclo ou vida, [a Vós, Deus-Pai, Todo-Poderoso],
sem ver passar o Verão, senão porque te vi,
[de todas as coisas visíveis e invisíveis],
foi isto que me ensinaram. E só o Castor compreende.
É que ainda tens de passar por muita coisa, é certo.
E largas a pinça para que eu caia
sózinha,
formiga
no meio do mapa - una os pontos.
FIBDA 2010 (ii)
P.S: Ideia genial.
P.p.s: A respectiva exposição está nos CTT dos Restauradores. É pequenina...gira para quem gosta de desenho/ilustração/BD, mas provavelmente saberá a pouco. É então que se vai buscar o livro.
FIBDA 2010 (i)
Melhor Argumento para Álbum Português
É, assumidamente, uma miscelânea de referências dos anos 80. Gosto dos pormenores e da ausência de pretenciosismo.
Já tive oportunidade de ver a mini-história que vai sair nos USA, pla DarkHorse (thanks, Fil., btw) e está muito, muito gira, além de que se notam melhoramentos gráficos significativos. Estou ansiosíssima pelo 2º Volume:
Etiquetas:
BD,
FIBDA,
Filipe Melo,
livros,
My heroes
FIBDA 2010
Depois do 3º lugar no Concurso de Cartoon no FIBDA 2009 (imagem acima), João Filipe Campos (mais conhecido como Johnny de Rejects, para o pessoal da zona) ganhou este ano (muito merecidamente, diga-se) o 2º lugar (imagem abaixo) e, seguindo a lógica, para o ano estarei aqui a postar o vencedor do 1º lugar (go Johnny!).

Algumas das minhas ilustrações preferidas:
Self-Portrait
Let's Open Up
(Cartazes de concertos)
Etiquetas:
BD,
ilustração,
João Filipe Campos,
My guys,
My heroes
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
SUPER BOCK EM STOCK
SÁBADO (STOP) DIA 4(STOP) MÁRCIA (STOP) GRÁTES (STOP) NA ESTAÇÃO DE METRO DO MARQUÊS! ! !
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
A um metro do chão
É um blog delicioso. Para quem tenha - como eu- ou pretenda ter famílias numerosas (na verdade, nem precisam de ser numerosas, basta que tenham crianças), funciona como uma espécie de terapia: não só é um elogio às crianças e às coisas giras que dizem/fazem, como também nos faz perceber que, enfim, a nossa própria vida familiar não é assim tão anormal.
É um belo blog sobre educar, 90% dos posts lembram-me coisas que passei ou que vi os meus irmãos passarem e lembra, acima de tudo que educar implica estar presente, implica interesse, implica saber dizer não, saber abdicar em prol de.
Pessoalmente, acho um bocado dispensáveis os bitaites políticos, mas pronto, faz parte.
É um belo blog sobre educar, 90% dos posts lembram-me coisas que passei ou que vi os meus irmãos passarem e lembra, acima de tudo que educar implica estar presente, implica interesse, implica saber dizer não, saber abdicar em prol de.
Pessoalmente, acho um bocado dispensáveis os bitaites políticos, mas pronto, faz parte.
terça-feira, 30 de novembro de 2010
In my world,everyone's a pony and they all eat rainbows-and poop butterflies!
P.S: Isto (e)leva (?) a Tese dos Unicórnios da Baviera a todo um outro nível.
P.S: Isto (e)leva (?) a Tese dos Unicórnios da Baviera a todo um outro nível.
Etiquetas:
Cartoons,
Cinema,
Unicórnios na Baviera
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
domingo, 28 de novembro de 2010
sábado, 27 de novembro de 2010
Dancem Macacos, Dancem
P.s: Isto lembra-me uma minha participação numa aula de Direito Penal, no ano passado.
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
P.s: Porque é que me cheira que dia 3 vai toda a gente acabar na Garagem Vodafone?
P.P.S: a foto é da Vera Marmelo.
P.p.p.s: Dia 4, perdão!
P.P.S: a foto é da Vera Marmelo.
P.p.p.s: Dia 4, perdão!
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Desenhos Animados Disney
O trunfo da DreamWorks face à Disney, ou seja, a aposta no humor para adultos em filmes infantis é algo que acho que já dava para identificar nos desenhos animados da Disney, ainda que muito subtilmente, muito antes de Shrek vir à baila como ponto de viragem do conceito de filme de animação.
- Em Doug (1991-1994 e depois 1996-1999), a Disney subscreve o primeiro Nicktoon (antecedendo The Rugrats - que merecia um post- e The Ren & Stimpy Show- ver dois posts a baixo) e aquele que seria o maior hit da Nickelodeon. E acaba por ser um início de mudança e adaptação a novos valores, a novas infâncias.
Em Portugal, a versão da Nickelodeon passava na TVI e a da Disney viria a passar no Clube Disney (RTP1) ou no Disney Kids(SIC) - confesso que já não sei com exactidão, mas pla cronologia deve ter sido no Clube Disney.
Eu preferia a versão da Nickelodeon, porque detesto alterações nas histórias e nas dobragens. Além de que o Doug da Nickelodeon era mais negativo, era pessimista e deprimido. Assombrado, de certo modo. Eu gostava disso (com a idade que tinha, não percebo porquê, mas sei que gostava). E a Nickelodeon sempre teve menos pudor que a Disney, veja-se Hey Arnold! ou Aaahh!!! Real Monsters: a Nickelodeon não tem a preocupação com O perfeito: desde as ilustrações à carga emocional de cada personagem, os desenhos animados da Nickelodeon são "mais pesados" que os da Disney.
- Em Pepper Ann (1997), a Disney repete e subscreve a criação de uma ex-Nickelodeon, Sue Rose.
Acho que Pepper Ann dificilmente teria sido inventada por um homem porque a mensagem de Pepper Ann é absolutamente feminista. A ideia era essa. Tal como Doug, Pepper Ann está a entrar na adolescência, também tem 12 anos. Mas, enquanto Doug é introvertido (típico da idade do armário), Pepper Ann is a go get it.
Filha de pais divorciados, vive com a mãe (feminista) e o irmão, anda de patins, é maria- rapaz e tem por melhores amigos Milo, um rapaz sossegado ainda que excêntrico e com muita queda para as artes (num episódio Pepper Ann chama-lhe MiloAngelo) e Nicky, a inteligente, culta, bem-falante, que sabe tudo sobre História e toca violono - Nicky. O único inimigo é o Director da escola. Há ali muito Parker Lewis plo meio.
Não tenho grandes dúvidas quando digo que a Kim Possible tem alguma base na Pepper Ann.
Acaba por ser o fim das princesas Disney enquanto donzelas indefesas.
- Em Dave, o Bárbaro(2004), a personagem é construída ao estilo do Leão de O Feiticeiro de Oz - tem tudo para meter medo, mas quem tem medo de tudo é o próprio. Além disso, é subvertida a ideia do herói de guerra másculo: Dave sobe para cadeiras se vê um rato, dave faz a lida da casa, a irmã mais nova é mais tough que o próprio e o episódio que me ficou foi aquele em que Dave acorda e grita, feliz, que é dia de limpezas de Primavera... Pelo meio há espaço para uma irmã mais velha vaidosa, um tio que é um péssimo mágico e um pet horrendo.
Só ainda não consegui perceber porque é que a Disney mantém o conceito antigo nas séries para crianças. Hannah Montanna e Jonas Brothers são lixo putrefacto que continua cultivar a futilidade e a hipocrisia na ideia de que (metendo Fight Club pelo meio) vamos todos ser ricos, bonitos, estrelas de cinema e que qualquer outra forma de existência é inferior.
- Em Doug (1991-1994 e depois 1996-1999), a Disney subscreve o primeiro Nicktoon (antecedendo The Rugrats - que merecia um post- e The Ren & Stimpy Show- ver dois posts a baixo) e aquele que seria o maior hit da Nickelodeon. E acaba por ser um início de mudança e adaptação a novos valores, a novas infâncias.
Em Portugal, a versão da Nickelodeon passava na TVI e a da Disney viria a passar no Clube Disney (RTP1) ou no Disney Kids(SIC) - confesso que já não sei com exactidão, mas pla cronologia deve ter sido no Clube Disney.
Eu preferia a versão da Nickelodeon, porque detesto alterações nas histórias e nas dobragens. Além de que o Doug da Nickelodeon era mais negativo, era pessimista e deprimido. Assombrado, de certo modo. Eu gostava disso (com a idade que tinha, não percebo porquê, mas sei que gostava). E a Nickelodeon sempre teve menos pudor que a Disney, veja-se Hey Arnold! ou Aaahh!!! Real Monsters: a Nickelodeon não tem a preocupação com O perfeito: desde as ilustrações à carga emocional de cada personagem, os desenhos animados da Nickelodeon são "mais pesados" que os da Disney.
- Em Pepper Ann (1997), a Disney repete e subscreve a criação de uma ex-Nickelodeon, Sue Rose.
Acho que Pepper Ann dificilmente teria sido inventada por um homem porque a mensagem de Pepper Ann é absolutamente feminista. A ideia era essa. Tal como Doug, Pepper Ann está a entrar na adolescência, também tem 12 anos. Mas, enquanto Doug é introvertido (típico da idade do armário), Pepper Ann is a go get it.
Filha de pais divorciados, vive com a mãe (feminista) e o irmão, anda de patins, é maria- rapaz e tem por melhores amigos Milo, um rapaz sossegado ainda que excêntrico e com muita queda para as artes (num episódio Pepper Ann chama-lhe MiloAngelo) e Nicky, a inteligente, culta, bem-falante, que sabe tudo sobre História e toca violono - Nicky. O único inimigo é o Director da escola. Há ali muito Parker Lewis plo meio.
Não tenho grandes dúvidas quando digo que a Kim Possible tem alguma base na Pepper Ann.
Acaba por ser o fim das princesas Disney enquanto donzelas indefesas.
- Em Dave, o Bárbaro(2004), a personagem é construída ao estilo do Leão de O Feiticeiro de Oz - tem tudo para meter medo, mas quem tem medo de tudo é o próprio. Além disso, é subvertida a ideia do herói de guerra másculo: Dave sobe para cadeiras se vê um rato, dave faz a lida da casa, a irmã mais nova é mais tough que o próprio e o episódio que me ficou foi aquele em que Dave acorda e grita, feliz, que é dia de limpezas de Primavera... Pelo meio há espaço para uma irmã mais velha vaidosa, um tio que é um péssimo mágico e um pet horrendo.
Só ainda não consegui perceber porque é que a Disney mantém o conceito antigo nas séries para crianças. Hannah Montanna e Jonas Brothers são lixo putrefacto que continua cultivar a futilidade e a hipocrisia na ideia de que (metendo Fight Club pelo meio) vamos todos ser ricos, bonitos, estrelas de cinema e que qualquer outra forma de existência é inferior.
Gárgulas
De manhã, na SIC, entre Spiderman e X-Men, havia isto:
E era lindo.
Os desenhos animados são feitos por adultos, logo, há neles bem mais que cores e som para entreter cérebros. As Gárgulas tem uma história complexa e com uma carga algo dramática, influênciada pela História medieval escocesa e por Shakespeare.
Como produto Disney, viria a haver -claro-, ligação ao Corcunda de Notre Dame e - piéce de resistence - chegou a ser um produto Marvel também.
E era lindo.
Os desenhos animados são feitos por adultos, logo, há neles bem mais que cores e som para entreter cérebros. As Gárgulas tem uma história complexa e com uma carga algo dramática, influênciada pela História medieval escocesa e por Shakespeare.
Como produto Disney, viria a haver -claro-, ligação ao Corcunda de Notre Dame e - piéce de resistence - chegou a ser um produto Marvel também.
Ren and Stimpy
Primeiro, foi escolher a foto de perfil...depois, o descalabro.
Graças aos meus três irmãos mais novos, tenho 21 anos de desenhos animados acumulados. Se me perguntarem, eu ainda sei quais os que dão, a que horas passam e quais os preferidos da petizada. Pior: eu gosto de desenhos animados (ok, depende dos desenhos animados..nem tudo está perdido).
A verdade é que, tal como os livros que lemos, os filmes que vemos, as músicas que ouvimos, o curso que tiramos, os desenhos animados formam-nos. Eu acredito que sim.
Dito isto, aqui vai o desenho animado mais ewww!!! of all times: Ren and Stimpy. Se Itchy and Scratchy são a caricatura de Tom & Jerry, Ren and Stimpy são a caricatura de... bem, eles são uma caricatura. Nojenta. E o episódio que mais me marcou foi aquele em que Stimpy, o gato gordo, teve um filho: o seu próprio pum.
P.S: o Ren, apesar de parecer, não é um rato, é um Chihuahua.
Graças aos meus três irmãos mais novos, tenho 21 anos de desenhos animados acumulados. Se me perguntarem, eu ainda sei quais os que dão, a que horas passam e quais os preferidos da petizada. Pior: eu gosto de desenhos animados (ok, depende dos desenhos animados..nem tudo está perdido).
A verdade é que, tal como os livros que lemos, os filmes que vemos, as músicas que ouvimos, o curso que tiramos, os desenhos animados formam-nos. Eu acredito que sim.
Dito isto, aqui vai o desenho animado mais ewww!!! of all times: Ren and Stimpy. Se Itchy and Scratchy são a caricatura de Tom & Jerry, Ren and Stimpy são a caricatura de... bem, eles são uma caricatura. Nojenta. E o episódio que mais me marcou foi aquele em que Stimpy, o gato gordo, teve um filho: o seu próprio pum.
P.S: o Ren, apesar de parecer, não é um rato, é um Chihuahua.
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
É por tudo o que em nós corre, que se vive e que se morre.
Etiquetas:
música,
Sérgio Godinho,
Silence4
terça-feira, 16 de novembro de 2010
o estilo é o modo subtil de transferir a confusão e a violência da vida para um plano mental de uma unidade de significação. Faço-me entender? Não? Bem, não aguentamos a desordem estuporada da vida. E então pegamos nela, reduzimo-la a dois ou três tópicos que se equacionam. Depois, por meio de uma operação intelectual, dizemos que esses tópicos se encontram no tópico comum, suponhamos , do Amor ou da Morte. Percebe? Uma dessas abstracções que servem para tudo.
Herberto Helder
Os Passos Em Volta, Assírio e Alvim
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
domingo, 14 de novembro de 2010
Ciclos do Capitalismo
"you gotta let things happen to people
and, most of all, to your self"
Laura
and, most of all, to your self"
Laura
já lhe conhecia os pés pelos joanetes
e achei por isso que lhes devia perguntar
em que direcção queriam andar.
não eram pés de bola, nem sequer
barbatanas como as minhas.
eram pés brancos, fechados
moldados a condizer com os olhos
rasgados.
talvez por isso lhe balançasse o andar.
por isso, e porque as mãos se amparavam em cesto,
ainda que punhos,
nós
dos dedos treinados.
cheguei a pensar num trabalho de call center
para lhe ouvir a voz
dormente.
seja como for, o comboio passa sempre
na nossa linha
e a ligação nunca mais aprende a andar.
Hope

Não fui a Vampire Weekend, não fazia questão de ver os The Drums (é música que anima, mas não toca), não fui ver Interpol, não fui ver Márcia (que, provavelmente a única banda do Nuno que ainda não vi ao vivo), não vou ver The Walkmen e não tenho visto filmes nenhuns e estou "between books".
Tive uma semana da treta e as próximas não serão melhores.
Maaas... Filipe Melo Trio ontem à noite (era cedo, era perto, eu queria) na casa Verdades de Faria (aka Museu da Música Portuguesa) foi perfeito.
Deu para curar tudo e recuperar algum amor pla vida. Não estou a exagerar: foi mesmo bonito.
E o espaço é brutal, o que ajuda a criar a ambiance perfeita.
Os habituais originaos foram intercalando com clássicos de Chopin, interpretados "à luz do jazz". Sublime é a palavra.
E tocaram a Hope =)
Etiquetas:
concertos,
Filipe Melo,
Jazz,
música
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Geração de 80: Adeus, Sr. do Adeus
Geração de 80: Adeus, Sr. do Adeus: "Dizem que vivemos numa época em que as relações se vão tornando mais frias. Passei por este homem dezenas de vezes ao longo dos últimos an..."
Eu andava pela rua, a espantar a madrugada, e as pessoas começaram a acenar-me. Respondi, correspondi – e agora é isto a minha vida.
by: O Senhor do Adeus
Etiquetas:
Adeus,
Filipe Melo,
Senhor do Adeus
Num aceno de simpatia, disse-nos adeus.
Nunca o vi, nunca me disse adeus, mas todas as semanas dizia olá meus caros amigos a quem lhe lesse os comentários pós-ida ao cinema com o Filipe.
P.S:http://www.facebook.com/pages/Senhor-do-Adeus-Joao-Manuel-Serra-/164352920264127?v=info#!/pages/Senhor-do-Adeus-Joao-Manuel-Serra-/164352920264127?v=wall
Etiquetas:
Adeus,
Cinema,
Filipe Melo,
morrer,
Senhor do Adeus
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Mr. November
I wish that I believed in fate
I wish I didn't sleep so late
I used to be carried in the arms of cheerleaders
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Lucky Strike ou Como As Peças Se Juntam Ocasionalmente Para Tudo Fazer Sentido.
Nunca esperar por uma reunião me soube tão bem. Obrigada, Senhor da Aula Magna, foi uma bela surpresa ;) Para abusar da sorte vou desejar com muita força que algo igualmente inesperado me leve a Vampire Weekend e a Interpol. *suspiro*
Novembro Insano, completamente.
Bom, e já agora: o Super Bock em Stock é já daqui a umas semanas...
P.S: no Porto os Doismileoito vão abrir para eles. Nem o Pedro sabe o que os espera xD
Etiquetas:
Aula Magna,
Doismileoito,
música,
Universidade de Lisboa
segunda-feira, 8 de novembro de 2010

O silência sublima-se no próprio silencio, magnificência.
Isto, também é deus. Não é instantâneo. Faz-se, cresce, invade, circunda. Absorve.
Blindar os dias com música. cada um, um por um.
Patrícia Baltazar
in Ré Menor, Língua Morta
in Ré Menor, Língua Morta
Etiquetas:
Língua Morta,
livros,
música,
poesia
BAAAHHH!
Esta semana vai ser A loucura e eu não vou a nada...alguém me corte o pulso, por favor.
Etiquetas:
bugger,
música,
not living la vida loca
domingo, 7 de novembro de 2010
Independentemente da ausência de precipitação...
..this has been a totally take me and dry the rain weekend.
sábado, 6 de novembro de 2010
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
terça-feira, 2 de novembro de 2010
UNIVERSIDADE VERDE

15h – Sessão de Abertura
Magnífico Reitor
Professor Doutor António Sampaio da Nóvoa
André Caldas
(Presidente da Direcção-Geral da AAUL)
Dr.David Xavier(Serviços Partilhados da UL)
Dra. Márcia Vila(Serviços Partilhados da UL)
15h45
Prof. Doutor Viriato Soromenho-Marques(Faculdade de Letras da UL)
Prof.ª Doutora Margarida Queirós(Instituto de Geografia e Ordenamento do Território da UL)
Prof.ª Doutora Ana Thudichum Vasconcelos(Faculdade de Belas-Artes da UL)
Prof. Doutor Carolino Monteiro(Faculdade de Farmácia da UL)
PAUSA PARA CAFÉ
(produtos de Cultura Biológica – Patrocínio Miosótis)
17HProf. Doutor Filipe Duarte Santos(faculdade de Ciências da UL)
Prof.ª Doutora Luisa Shmidt(Instituto de Ciências Sociais da UL)
Prof.ª Doutora Maria João Alcoforado
(Instituto de Geografia e Ordenamento do Território da UL)
Prof. Doutor Vasco Pereira da Silva
(Faculdade de Direito da UL)
18h
A experiencia da Universidade de Aveiro
Prof.ª Doutora Ana Isabel Miranda
(Universidade de Aveiro)
18h30 – Sessão de Encerramento
Álvaro Ribeiro Esteves
(Vice-Presidente da Direcção-Geral da AAUL)
Prof.ª Doutora Luisa Shmidt
(Instituto de Ciências Sociais da UL)
Dr. ª Márcia Vila(Serviços Partilhados da UL)
+ INFO: universidadeverde.campus.ul.pt
Nada de mim é novo; só obra derivada.
A Sunday smile we wore it for a while.
Beirut
e Domingo é isto: Radar e bombons de chocolate preto,
o cheiro a verniz de um cuidado forçado.
para trás a cauda num sentar ao piano da escrivaninha:
memorando do que não faço; planeio fazer
com palavras desenhadas numa agenda
desenhos em sangue, o da tua memória que pulsa.
repulsa.
e os alemãezinhos a brincar lá fora,
gritos de parque infantil que me entram
-corrente de sol-
pela janela,
pancadinhas nas costas.
estou a organizar um furacão. Digno de evento no facebook.
talvez vá.
o cheiro a verniz de um cuidado forçado.
para trás a cauda num sentar ao piano da escrivaninha:
memorando do que não faço; planeio fazer
com palavras desenhadas numa agenda
desenhos em sangue, o da tua memória que pulsa.
repulsa.
e os alemãezinhos a brincar lá fora,
gritos de parque infantil que me entram
-corrente de sol-
pela janela,
pancadinhas nas costas.
estou a organizar um furacão. Digno de evento no facebook.
talvez vá.
Fez um ano.

Não sou do tempo do Som da Frente, mas a Hora do Lobo acompanhou algumas das minhas noites de estudo (mais a sério) no secundário.
Ontem a Radar passou Viriato 25 o dia todo.
António Sérgio não se calou: todos os dias nos dá as horas (e não só) na Radar.
Para mostrar que o tempo passa, mas não sem ele.
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Para nos lembrar que o Direito é uma doença...(i)
...quando o ponto alto do dia é ter recebido o cartão da Almedina em casa.
P.s: é tão bonito!
P.s: é tão bonito!
Etiquetas:
Para lembrar que o Direito é uma doença...
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Para lembrar que o Direito é uma doença...
...quando em números de autocarros vemos artigos do CC.
Etiquetas:
Para lembrar que o Direito é uma doença...
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Em Repeat
P.S: vai fazer um ano que os vi.
Doismileoito a abrir e depois foi SÓ o melhor concerto de sempre a confirmar o Santiago Alquimista como o melhor spot para concertos: not too big, not too small; just perfect.
Intimista, bonito, como se quer.
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
terça-feira, 19 de outubro de 2010
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
!!!
21h29 - Com o cair da noite e da temperatura chegou a hora de os Walter Benjamin deixarem a sua marca no Sintra Misty, com o palco mais preenchido desta edição - bateria, baixo, teclados e ainda uma segunda guitarra. O concerto começou morno, sobretudo graças à faceta mais intimista dos portugueses, comandados por Luís Nunes - uma clara aposta num ambiente lo-fi que enternecesse os presentes.
Mas cedo se provou que é no indie rock que os Walter Benjamin dão cartadas certeiras, em que a combinação das teclas vintage com a guitarra desafinada, a dicção de Nunes a lembrar Eddie Vedder, o baixo e a bateria são um ingrediente óbvio para o sucesso - encontramo-los em "Soldier", malha rock de 48 segundos.
Mas talvez seja esse o buraco por onde passa o pecado: por vezes, é quando as coisas correm melhor à banda portuguesa que esta decide pôr fim a um tema bem "esgalhado". Apesar de tudo, para contrariar essa ideia, e depois de canções notáveis como "Cannonball", "South Side" e "Paris", eis que surge "Breath Well", o final apoteótico de um concerto que ainda viria a ressuscitar para um encore - novidade absoluta no Sintra Misty. Os Walter Benjamin tinham a missão cumprida, após um espectáculo que conheceu um crescendo óbvio.
22h30 - Foi um momento de informalismo levado ao limite. Soundcheck ali, no instante em que se sentava. Tinha vindo de avião no dia. Chegou a apanhar um choque nos lábios, quando testava o microfone. Pediu para baixarem as luzes - disse que a fotógrafa da BLITZ, Rita Carmo, não gostava de muita luz. Pedido concedido. Ali estava Márcia, com a guitarra de cordas de nylon ao colo, a começar a actuação a meio do teste de som. O espectáculo que se seguiu foi de uma delicadeza notável.
O olhar enternecido e sorridente dos que assistiam ajudava a explicar isso mesmo. Márcia serve-se da voz, das palavras e da guitarra para embalar quem a ouve. Por vezes, só com o baixar das luzes nos apercebemos de que estamos perante o fim da viagem em que nos transportou durante uns disfarçadíssimos quatro minutos - foi assim em "Ca Me Dit", "Misturas" e "A Mentira".
Até que, a duas canções do fim do concerto, decidiu recrutar Luís Nunes e a sua caixinha de música para uma canção de embalar, muito bem recebida pela audiência. Porém, não satisfeita com o resultado do extraordinário tema que acabava de empunhar, convocou Nuno Lucas - baixista dos Walter Benjamin - para subir ao palco e fazer daquele o grande momento do dia.
Levantou-se, largou a guitarra e quase improvisou, chegando mesmo a reiniciar a canção por não se lembrar da letra. E, mesmo com o público na palma da mão, afastando-se da sua zona de conforto, Márcia voltou a encantar. Passava já das 23h15 quando abandonou o palco.
Tirado do site da Blitz.
Ver também: http://www.myspace.com/fraiseavantgarde
http://www.myspace.com/iamwalterbenjamin
Mas cedo se provou que é no indie rock que os Walter Benjamin dão cartadas certeiras, em que a combinação das teclas vintage com a guitarra desafinada, a dicção de Nunes a lembrar Eddie Vedder, o baixo e a bateria são um ingrediente óbvio para o sucesso - encontramo-los em "Soldier", malha rock de 48 segundos.
Mas talvez seja esse o buraco por onde passa o pecado: por vezes, é quando as coisas correm melhor à banda portuguesa que esta decide pôr fim a um tema bem "esgalhado". Apesar de tudo, para contrariar essa ideia, e depois de canções notáveis como "Cannonball", "South Side" e "Paris", eis que surge "Breath Well", o final apoteótico de um concerto que ainda viria a ressuscitar para um encore - novidade absoluta no Sintra Misty. Os Walter Benjamin tinham a missão cumprida, após um espectáculo que conheceu um crescendo óbvio.
22h30 - Foi um momento de informalismo levado ao limite. Soundcheck ali, no instante em que se sentava. Tinha vindo de avião no dia. Chegou a apanhar um choque nos lábios, quando testava o microfone. Pediu para baixarem as luzes - disse que a fotógrafa da BLITZ, Rita Carmo, não gostava de muita luz. Pedido concedido. Ali estava Márcia, com a guitarra de cordas de nylon ao colo, a começar a actuação a meio do teste de som. O espectáculo que se seguiu foi de uma delicadeza notável.
O olhar enternecido e sorridente dos que assistiam ajudava a explicar isso mesmo. Márcia serve-se da voz, das palavras e da guitarra para embalar quem a ouve. Por vezes, só com o baixar das luzes nos apercebemos de que estamos perante o fim da viagem em que nos transportou durante uns disfarçadíssimos quatro minutos - foi assim em "Ca Me Dit", "Misturas" e "A Mentira".
Até que, a duas canções do fim do concerto, decidiu recrutar Luís Nunes e a sua caixinha de música para uma canção de embalar, muito bem recebida pela audiência. Porém, não satisfeita com o resultado do extraordinário tema que acabava de empunhar, convocou Nuno Lucas - baixista dos Walter Benjamin - para subir ao palco e fazer daquele o grande momento do dia.
Levantou-se, largou a guitarra e quase improvisou, chegando mesmo a reiniciar a canção por não se lembrar da letra. E, mesmo com o público na palma da mão, afastando-se da sua zona de conforto, Márcia voltou a encantar. Passava já das 23h15 quando abandonou o palco.
Tirado do site da Blitz.
Ver também: http://www.myspace.com/fraiseavantgarde
http://www.myspace.com/iamwalterbenjamin
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Cerimónia de Abertura do Ano Académico 2010

No primeiro ano é tudo novidade, é tudo mais intenso, marcante e difícil de superar nos anos que se seguem e não cair na mera repetição.
Por isso, há que fazer jus: das quatro a que assisti, esta foi a Cerimónia de Abertura do Ano Académico mais bonita.
Etiquetas:
Aula Magna,
Universidade de Lisboa
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Subscrever:
Comentários (Atom)









































