He's back!
(To RTP2 - "Quem vê, quer ver" and I shure do!)
Dexter tem um genérico vibrante; soa a ilha tropical.
Dexter tem uma história que alia o que de melhor tem o CSI com um lado negro intimamente ligado aos mais profundos e obscuros instintos do ser humano enquanto animal e acrescenta-lhes a racionalidade.
Dexter não mata para sobreviver: mata porque gosta. Tem no homicídio uma necessidade fisiológica que controla e canaliza para a imposição de uma justiça que aos olhos do espectador acaba por fazer todo o sentido.
Dexter tem humor. Negro-claro; mas não só.
Dexter é inteligente e calculista. Tal qual agente secreto. É um James Bond mais realista e em férias permanentes.
Dexter é um super-heroi, com uma genial identidade secreta, guarda em si uma arma letal: os seus próprios instintos.
Dexter nunca poderia ser considerado um monstro: faz um uso da razão e dos valores humanos
que - sendo desprovido de sentimentos, salvo circunstâncias excepcionais- o tornam muito humano.
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