quinta-feira, 29 de julho de 2010
terça-feira, 27 de julho de 2010
Unica Roma 2010
Só acredito quando lá estiver, mas integrar a equipe que vai representar a Universidade de Lisboa e os Estudantes portugueses na Unica Roma 2010 é algo que me enche o peito.
Ainda por cima o tema que escolhi para o paper é perfeito:
Innovation, formal and informal education: can universities nurture the creativity of students?
P.S: A publicidade, por vezes, é forma de arte.
A campanha da Diesel, está muito interessante e espelha em muito aquilo que vou defender, a minha forma de ver a criatividade e a maneira como ela ainda é muitas vezes encarada:
Like balloons, we are filled with hopes and dreams
But. Over time a single sentence creeps into our lives
Dont be stupid.
Its the crusher of possibility.
Its the worlds greatest deflator.
The world is full of smart people.
Doing all kind of smart things...
Thats smart.
Well,
were with stupid.
Stupid is the relentless pursuit of a regret free life.
Smart may have the brains...
but stupid has the balls.
The smart might recognize
things for how they are.
The stupid see things for how they could be.
Smart critiques.
Stupid creates.
The fact is
if we didnt have stupid thoughts
wed have no interesting thoughts at all
Smart may have the plans...
but stupid has the stories.
Smart may have the authority
but stupid has one hell of a hangover
Its not smart to take risks...
Its stupid.
To be stupid
is to be brave
The stupid isnt afraid to fail.
The stupid know there are worse things than failure...
like not even trying.
Smart had one good idea,
and that idea was stupid.
You cant outsmart stupid.
So dont even try.
Remember
only stupid can be truly
brilliant
So,
BE STUPID
Ainda por cima o tema que escolhi para o paper é perfeito:
Innovation, formal and informal education: can universities nurture the creativity of students?
P.S: A publicidade, por vezes, é forma de arte.
A campanha da Diesel, está muito interessante e espelha em muito aquilo que vou defender, a minha forma de ver a criatividade e a maneira como ela ainda é muitas vezes encarada:
Like balloons, we are filled with hopes and dreams
But. Over time a single sentence creeps into our lives
Dont be stupid.
Its the crusher of possibility.
Its the worlds greatest deflator.
The world is full of smart people.
Doing all kind of smart things...
Thats smart.
Well,
were with stupid.
Stupid is the relentless pursuit of a regret free life.
Smart may have the brains...
but stupid has the balls.
The smart might recognize
things for how they are.
The stupid see things for how they could be.
Smart critiques.
Stupid creates.
The fact is
if we didnt have stupid thoughts
wed have no interesting thoughts at all
Smart may have the plans...
but stupid has the stories.
Smart may have the authority
but stupid has one hell of a hangover
Its not smart to take risks...
Its stupid.
To be stupid
is to be brave
The stupid isnt afraid to fail.
The stupid know there are worse things than failure...
like not even trying.
Smart had one good idea,
and that idea was stupid.
You cant outsmart stupid.
So dont even try.
Remember
only stupid can be truly
brilliant
So,
BE STUPID
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Há sempre uma em cada turno de melhorias
Drama Queen: oh, estou tão nervoso/a! Oh, correu tão mal! Oh, quiseram-me lixar...! Oh, não vou subir...
(blá, blá, blá...)
Olha, subi! Olha, mais dois pontos! Olha, mais três pontos!
P.S: Tende consciência do trabalho que fazeis, sim?
P.p.s: e o point é que a têm.
(blá, blá, blá...)
Olha, subi! Olha, mais dois pontos! Olha, mais três pontos!
P.S: Tende consciência do trabalho que fazeis, sim?
P.p.s: e o point é que a têm.
Estudar em Bibliotecas Municipais...
....faz-me perder metade do tempo a namorar livros completamente distintos dos que tenho à minha frente, na secretária.
Etiquetas:
Biblioteca,
estudo,
Exames,
livros
sexta-feira, 16 de julho de 2010
terça-feira, 13 de julho de 2010
Ver o sol a passar pela janela
Sair da Biblioteca de Cascais uma hora depois de fechar (um sincero obrigada, senhores que se lembraram de pôr mesas e cadeiras cá fora, debaixo das àrvores), ir para o terminal para apanhar o autocarro para casa e sentir o cheiro a bronzeador das pessoas castanhas e quentes que se cruzam comigo, de côr-de-fantasma-a-apodrecer-e-com-icterícia.
P.S: a tortura não tinha sido abolida ou assim?
P.p.s: sim, eu sei que foi a escravatura..interpretate.
P.S: a tortura não tinha sido abolida ou assim?
P.p.s: sim, eu sei que foi a escravatura..interpretate.
segunda-feira, 12 de julho de 2010
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Our whole universe was in a hot dense state,
Then nearly fourteen billion years ago expansion started. Wait...
The Earth began to cool,
The autotrophs began to drool,
Neanderthals developed tools,
We built a wall (we built the pyramids),
Math, science, history, unraveling the mysteries,
That all started with the big bang!
Then nearly fourteen billion years ago expansion started. Wait...
The Earth began to cool,
The autotrophs began to drool,
Neanderthals developed tools,
We built a wall (we built the pyramids),
Math, science, history, unraveling the mysteries,
That all started with the big bang!
P.S: I keep my word.
terça-feira, 6 de julho de 2010
I'm waiting in Portugal, Marty.
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Largar o que há em vão
Tenho o teu abraço cheio
Com a solidão no meio
Que não deixa abraçar
Tenho o teu olhar presente
E o desenhar do movimento
Do teu corpo a chegar
Tenho o teu riso sentado
O mistério do teu lado
Que preciso desprender
Tenho o corpo a correr
Tenho a noite a trespassar
Tenho medo de te ver
É perigoso este perfume
E a memória do teu nome
É do fogo que nos une
Tenho espaço indeciso
Dá-me mais porque preciso
Mais um sopro do que tens
Deixa andar
Deixa ser
Quando queres entender
O que não podes disfarçar
Escolhes não sentir
Mas não é teu para decidir
Se faz bem ao coração
Largar o que há em vão
Faz bem ao coração
Mesmo longe caem rosas
Como pedras preciosas
Que confundem a razão
O mistério do teu lado
Entre o certo e o errado
Bem, mal, discussão..
Volta o teu abraço cheio
Com o coração no meio
Volto eu a disparar
não percebo o que é que queres
Diz-me tu o que preferes
Ir embora ou ficar
Este espaço intermédio
Entre a paz e o assédio
Não nos deixa evoluir
Não é dor nem fogo posto
É amar sem ser suposto
É difícil resistir
Com a solidão no meio
Que não deixa abraçar
Tenho o teu olhar presente
E o desenhar do movimento
Do teu corpo a chegar
Tenho o teu riso sentado
O mistério do teu lado
Que preciso desprender
Tenho o corpo a correr
Tenho a noite a trespassar
Tenho medo de te ver
É perigoso este perfume
E a memória do teu nome
É do fogo que nos une
Tenho espaço indeciso
Dá-me mais porque preciso
Mais um sopro do que tens
Deixa andar
Deixa ser
Quando queres entender
O que não podes disfarçar
Escolhes não sentir
Mas não é teu para decidir
Se faz bem ao coração
Largar o que há em vão
Faz bem ao coração
Mesmo longe caem rosas
Como pedras preciosas
Que confundem a razão
O mistério do teu lado
Entre o certo e o errado
Bem, mal, discussão..
Volta o teu abraço cheio
Com o coração no meio
Volto eu a disparar
não percebo o que é que queres
Diz-me tu o que preferes
Ir embora ou ficar
Este espaço intermédio
Entre a paz e o assédio
Não nos deixa evoluir
Não é dor nem fogo posto
É amar sem ser suposto
É difícil resistir
Tiago Bettencourt
P.S: Há em vão?
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Cogumelos no jardim
Como pessoas coubessem em livros,
que aos livros chamamos plo seu nome,
mas não pla idade - porque não têm outra
-, a de velhos: não podem ser senão velhos.
Quando nasci, os livros da casa já cá estavam.
não os vi chegar, mas também nunca saíram.
Contei-os orgulhosamente, como quem conta o futuro.
E pensar que hoje o futuro não chega do mesmo modo
que a casa já é velha; tão como o jardim,
onde ainda nos nascem cogumelos, janelas
pop-up dos meus raciocínios mal explicados.

P.S: por isso é que toda a gente pensa o Remédio Marques velhíssimo e eu tropeço em Proust, na prateleira do Lucky Luke.
que aos livros chamamos plo seu nome,
mas não pla idade - porque não têm outra
-, a de velhos: não podem ser senão velhos.
Quando nasci, os livros da casa já cá estavam.
não os vi chegar, mas também nunca saíram.
Contei-os orgulhosamente, como quem conta o futuro.
E pensar que hoje o futuro não chega do mesmo modo
que a casa já é velha; tão como o jardim,
onde ainda nos nascem cogumelos, janelas
pop-up dos meus raciocínios mal explicados.

P.S: por isso é que toda a gente pensa o Remédio Marques velhíssimo e eu tropeço em Proust, na prateleira do Lucky Luke.
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