Se vivesse em Portugal, Al Capone nunca teria sido preso. Em princípio, seria presidente da Câmara.
Os cidadãos não hesitariam em votar num homem que, sendo famoso, tinha, além disso, demonstrado saber criar emprego em várias àreas de negócio, com especial destaque para as tão apreciadas pequenas e médias empresas.
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