(Só depois do pousio pode a erva crescer.
Há um mês era assim:)Sei que o mundo acaba em Junho.
Passo o Inverno a queixar-me,
Mas sei que o mundo me acaba em Junho,
iniciando-se o processo de liquidação
para uma culminar extinção em Setembro.
Entre Junho e Setembro, sim:
seremos rudes rudimentares
seres da caverna.
Passei a parábola a ir lá fora
sessões de acumpunctura de sol
shots of happyness to the veigns,
verde, feliz
arrastadora de grilhetas.
E tudo o que me vão querer
são as sombras.
As putas das formas das silhuetas das sombras.
Lamento,
sei pouco de muito
e não vi essa matéria.
Mas fome já eu tinha.
Dizem que a vida me começa em Setembro
mas eu sinto-a acabar.
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