pequenos botões espreitam, arregalados por
detrás do vidro e das sobrancelhas arqueadas,
a vida. E as gigantes coxas naquele vestido
baixinho. O soldado vai para a guerra e há que apetrechá-lo
bem: mantimentos e armadilhas; lançam-se redes
por todos os lados. O peixe é que é miúdo e só
observado, enquanto esperneia sem ter pés, num movimento
automático, toque de anca. E sabemos que a noite cai assim,
entre cigarros e conversas de ouvido. À espera.
da caipirinha que nunca chegou.
(c/agradecimento à ST)
sábado, 4 de junho de 2011
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