quero acreditar no corte e nos ciclos
do meu capitalismo.
que não sou daqui, até porque já passou a minha senha
e os números
da tolerância
que cede
a toda a operação de charme.
dêem-me um prémio e o meu escritor, que eu fico.
ponham putos aos pontapés num palco,
um senhor Magnífico e cortem
todas as palavras.
só não calem o Basílio, não lhes tirem os chapéus ou graus
degraus da escada,
cores do orgulho
que levantamos com palmas.
Não precisamos de mãos para isto.
P.S: tenho um amor parvo a isto tudo que não me adivinham como aluna. tento não falhar como Estudante.
terça-feira, 22 de março de 2011
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