Às vezes não te perdoo que me roubes ideias que tiveste,
que mostres ditas as palavras que invento,
que me absorvas epifanias que registaste primeiro.
É que há tão pouco fiz as pazes com a escrita
e já me lembras do quão inútil é dar-me ao trabalhá-la.
Só me agarra a forma,
o pensatório descripto
e a honra
que me concedes.
Por me haveres explicado sem sequer existir.
P.S: in the end, I'll I'm able to do is to think to myself an ordinary: fuck...!
P.S: in the end, I'll I'm able to do is to think to myself an ordinary: fuck...!
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